sexta-feira, 11 de maio de 2012

Próprio

  Tenho vontade de segurar a mão, levando a vários lugares, mostrando como é o mundo. Anseio por encaminhar o crescimento de queridos, evolução de uma vida. E aí me lembro que não podemos forçar um caminho...
   Recordo o meu próprio, espontâneo, leve... Imperceptível. Sempre percebo a delicadeza da metamorfose... E, talvez, a mudança seja uma das minhas belezas favoritas. 
  Vou esperar... Respirar fundo. Resistir aos solavancos de um percurso sinuoso...  Observar algo que banhe meus olhos de orgulho.

domingo, 22 de abril de 2012

Aveugle.


Pessoas são tão iludidas, manipuláveis... Cegas. Viver de mentiras, de ilusões, de valores ignorantes parece ser mais fácil do que procurar entender a diferença, a diversidade, a pluralidade. Então enquanto alguns fecham os olhos para a realidade, abram os vossos para novos ideais, planos ou horizontes... Forme opinião por si e busque uma verdade que lhe pareça justa a todos e não a uma parte. Viva a sua natureza da maneira que lhe parecer fiel à sua felicidade, porque não existe motivos para o incomodo do sorriso que não lhe pertence.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

domingo, 11 de março de 2012

Parece que a vida enfim sorriu pra mim. Estou mais que disposto a responder com outro sorriso.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Folie

Detestável temor. Ansiedade paranóica... Insegurança. Firmes e incontestáveis fatos, por favor, cheguem logo e devolvam-me a paz.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Fruto.

Filhos. Fazem parte de um sonho para alguns. É um dos meus maiores. Questiono se é assunto tratado com a importância que merece...
Observo a passagem de simples humano para pai ou mãe. É uma metamorfose. Aos poucos seu ser adquire características antes não imaginadas. Seus objetivos se mesclam com uma espécie de expectativa boba para uma vida perfeita, tal como você nunca poderia ter imaginado para si. O corpo trabalha na formação da figura pai/mãe utilizando aquilo que se apresenta disponível. A unidade pode ser progenitora através da diferença, sem um roteiro a ser seguido.
Às vezes não há base. Embaraçoso. Se tornar algo que não se pode ser. Então não se torna de verdade. Apenas é jogado à situação contando como uma preparação não existente. Triste. Triste não apenas a criança fruto da fatalidade, mas triste quem é responsável por essa vida e não saberá viver a felicidade de conduzi-la. Situação adversa à maravilha de se gerar ser a partir de outros.
Analiso a situação desses que foram vítimas do despreparo. Doloroso. Cada um a própria maneira vive aquilo que foi privado. E vive ignorante, pois apesar de todos perceberem o que falta o alvo não pode ver.
Queria poder mudar tudo isso. Queria poder alterar essas pessoas privadas de si mesmas. Quero ser bom em criar. Quero ser responsável por uma vida plena. Vou querer ver um filho que não foi limitado pelo pai. Vou querer ver sorrisos gerados pelos encantos discretos das coisas da vida.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Blur

 Então fechemos os olhos. A realidade é bruta, dolorosa e complexa.... Agora precisamos de alegria, suavidade... Borrões. Queremos ver o sol se por ao som do riso de nossos amigos e do vento que refresca os nossos espíritos. Mais um ano se passou enquanto todos trabalhavam nos seus objetivos... Que ainda não se concretizaram. Longe de dizer que não se concretizarão! Mas assusta um pouco... A sede pela novidade nessa época é maior e de explicação desnecessária. E enquanto nós queremos sonhar com nosso futuro, não nos desligamos do presente que nos aflige, enlouquece. Como se não bastassem as questões unitárias, o social nos chama alto, deixando bem claro que por poucos instantes esquecemos que o mundo em que vivemos é uma pequena parte que não se exclui de um muito maior. Nadamos em um sentido certo embora outros também o sejam. E então? Se esse é um ciclo, espero que minha mente o decodifique, antes que meus olhos fechem novamente e não possam ver meu corpo flutuando atrás de diferentes constelações.