quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Blur
Então fechemos os olhos. A realidade é bruta, dolorosa e complexa.... Agora precisamos de alegria, suavidade... Borrões. Queremos ver o sol se por ao som do riso de nossos amigos e do vento que refresca os nossos espíritos. Mais um ano se passou enquanto todos trabalhavam nos seus objetivos... Que ainda não se concretizaram. Longe de dizer que não se concretizarão! Mas assusta um pouco... A sede pela novidade nessa época é maior e de explicação desnecessária. E enquanto nós queremos sonhar com nosso futuro, não nos desligamos do presente que nos aflige, enlouquece. Como se não bastassem as questões unitárias, o social nos chama alto, deixando bem claro que por poucos instantes esquecemos que o mundo em que vivemos é uma pequena parte que não se exclui de um muito maior. Nadamos em um sentido certo embora outros também o sejam. E então? Se esse é um ciclo, espero que minha mente o decodifique, antes que meus olhos fechem novamente e não possam ver meu corpo flutuando atrás de diferentes constelações.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Leva a imagens angustiantes e de alguma forma também reconfortantes. Vc elencou num mesmo texto todos os sentimentos mais complexo de se lidar como se eles fossem acordes de um ritmo.
ResponderExcluirAdorei.