segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Esses, aqueles... Todos.

O medo me irrita. Não tenho como explicar agora todos os motivos da irritação por este, mas é um nervoso absurdo... Ele limita nossas vidas... Crescemos todos guiados por valores antigos e poucos de nós temos liberdade de questionar esses valores... Os que questionam por livre e espontânea vontade crescem, se destacam, mostram-se vivos e deixam claro que são o futuro. Alguns que embora não se questionem sobre essa herança irracional descobrem em si mesmos as diferenças. Descobrem que o corpo não condiz com o ditame, enxergam que tem algo errado. Desse ponto a luta começa. E uma hora a verdade do corpo explode, mostra que é mais forte e que ela rege o valor. A maioria restante aceita uma ignorância cuspida sem se mover, afinal a comodidade é sempre mais simples de início. O novo valor se expande e começa a comprimir o antigo... Os equivocados, teimosos, buscam saídas estúpidas, dignas de pena. Mas talvez pena não exista mais. E onde está seu limite? Você quer ser feliz? Você tem medo do que? Espere e veja a vida passar com tudo o que você mais ama pela janela. Ela vai sorrir por ter seguido e conquistado tudo, como sempre, afinal ela é eterna. Você vai chorar, por ter perdido oportunidades, por ter deixado alegrias de lado e enfim por ser mortal e ter um fim quase digno de pena. Você quer mudar? Não é o que parece.

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